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Música de rua no Chile | Conheça a banda RIM BAM BUM

Gosta de música? Tá pensando em ir pro Chile? Então, deixa eu te apresentar esta galera aqui:

música de rua no Chile rim bam bum

RIM BAM BUM é uma banda de Santiago do Chile que toca música do tipo mais animado que pode existir, usando sopros e percurssões. Eles começaram em 2009, escolheram o nome em 2011 e, desde então, se apresentam por ruas, praças, palcos e onde quer que possa aparecer uma plateia. São 19 integrantes entre músicos, técnicos e caveira dançarina. Olha que demais:

Eu fui pega de surpresa por eles na saída do metrô, há alguns meses, e tive que parar pra ouvir. Pra mim foi uma daquelas pequenas coisas quem fazer o dia valer a pena, sabe? Não sei porque demorei tanto pra falar da banda aqui, mas agora que o frio chegou a a brasilierada fica maluca pra passear pelo Chile, eu não poderia deixar de postar.

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Na época do carnaval, eles estiveram pelo Rio a convite de um brasileiro que os viu tocar em Santiago. No ano que vem, pretendem voltar. Mas se até lá você quiser saber onde encontrá-los diretamente na terra natal, é só clicar aqui e curtir a página da RIM BAM BUM no Facebook. Tem o Tumbrl aqui e aqui o canal do Youtube também. Vale a pena dar uma olhada.

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RIM BAM BUM

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Floripa | Trilha da Costa da Lagoa

Não sei de você, mas eu adoro uma trilha. Acho bom demais andar no meio do mato e morrer de cansaço pra depois chegar num lugar lindo e ver que valeu a pena.  Quem me ensinou a gostar disso foi esta distinta figura aqui, ó:Image

Ele esteve em Santa Catarina em março e ficou uns dias em Florianópolis. Como eu passei férias de família e verões sensacionais em Floripa, mas há um bom tempo não apareço em terras catarinenses, perguntei pro meu pai se ele tinha voltado com alguma novidade, algum passeio que não fizemos por lá juntos. Ele me respondeu assim “tem uma trilha…” e o relato acabou virando esse post. Manda ver, pai:

Se você curte uma boa caminhada e ama a natureza, aí vão algumas dicas de um programa alternativo quando visitar Florianópolis/SC, essa maravilhosa cidade, que figura no topo do ranking das cidades brasileiras preferidas pelos turistas. A Lagoa da Conceição é um dos pontos mais bonitos de Floripa e exite uma trilha que margeia a costa norte e oferece uma visão diferente do local.

Trilha Lagoa da Conceição Floripa

Como Chegar:

Caso esteja de carro, vindo  do centro da cidade, pela SC-404, pode estacioná-lo antes da ponte principal que separa as duas partes, no  Centrinho da Lagoa e caminhar até o início da trilha, no Ponto 3 das paradas dos barcos, que fazem o transporte regular de nativos e turistas da costa norte da lagoa. Alternativamente, você pode seguir de carro até este mesmo ponto.

É muito fácil; basta tomar a Rua Rita Lourenço da Silveira e seguir as ruas que margeiam a lagoa até lá, onde  também você estaciona o carro (há um estacionamento privado no local por R$15,00). Além disso, qualquer pessoa das proximidades conhece e fornece as informações necessárias para você chegar até lá.

Se estiver de ônibus, vá de 362.

mapa lagoa da conceição

Começando 

Neste ponto, se prepare para entrar no paraíso. A trilha é classificada como de dificuldade semi-pesada, ou seja, caminhada em desníveis de longo percurso. A duração média é de 2 horas em caminhada direta, mas, com certeza, vale a pena gastar um pouco mais de tempo, pois você não vai resistir em parar inúmeras vezes, para apreciar a paisagem e tirar suas fotos. Obviamente, você deve estar preparado: roupas leves (no verão), um bom tênis de caminhada, um lanche, algumas frutas, protetor solar e muita água.

Apesar da classificação “semi-pesada”, a trilha não é tão difícil, principalmente para trilheiros experientes. Existem, é claro, alguns trechos em aclive/declive com “pedras no caminho”, literalmente. Contudo, na maior parte, o percurso é plano, largo e calçado com pedras em pequenos trechos.

trilha costa da lagoa

Não existe a menor chance de você se perder. Nas poucas bifurcações pelo caminho, existem placas informativas e de sinalizações. Além disso, você tem a lagoa como referência: sempre a sua direita. Você pode também, contar com os moradores das inúmeras casas (de nativos ou de veraneio) que existem ao logo da trilha.

Curta o caminho de natureza exuberante, com o pouco que resta de mata nativa. Se der uma fomezinha, você pode contar (no mês de março) com os inúmeros pés de goiabas, de araçás, de pitangas, de maracujás, e outras frutas silvestres.

Aprecie as árvores floridas, as borboletas multicoloridadas, os pássaros e demais animais que, por ventura cruzam seu caminho (ou será que é você que está invadindo o espaço deles?).

Se tiver tempo, você pode dar uma desviada do caminho principal e caminhar até um engenho de farinha, que tem atividade durante o mês de julho.

Dê uma paradinha no Sobrado da Dona Loquinha, construído por escravos, mais ou menos, em 1780.

Quase no final do percurso, vale a pena das uma desviada de uns 800m até uma cachoeira, que infelizmente estava com pouca vazão devido ao longo período de estiagem na região, na época que fizemos a caminhada.

Trilha lagoa da conceição floripa

Fim da linha

Pronto: chegamos ao Canto dos Araçás – povoado que fica nos pontos 16 e 17 dos barcos. Ali existe um pequeno comércio e vários restaurantes, com decks avançando para a lagoa, onde você pode descansar.

Se estiver com fome, tem as opções, entre outras, de peixinho frito com pirão e a famosa sequência de camarão – o prato mais famoso da lagoa e de Floripa.

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Hora de voltar. Que tal um passeio de barco?

Se não estiver muito cansado, coloque a mochila nas costas e faça o caminho de volta. No entanto, recomendo pegar um dos barcos que fazem o transporte rotineiro da costa, ali mesmo em dos decks dos restaurantes. Eles passam a cada intervalo, aproximado, de 30 minutos e custam R$ 7,00 por pessoa.

Curta a bela vista da costa na viagem de volta, que dura cerca de 40m até o Centrinho da Lagoa.

Barco pela Lagoa da Conceição

Ah! Não se esqueça de avisar ao piloto do barco que pretende desembarcar no Ponto 3, caso tenha deixado o carro por lá, pois, caso contrário, ele pode passar direto, uma vez que só atraca nos pontos onde há demanda.

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Ih! Choveu | Saiba que fazer no Rio quando não dá praia

Imagina só: você de malas prontas pro Rio de Janeiro, sonhando com longos dias de praia,  sol e céu azul. Imaginou? Agora, já pensou no que você vai fazer se chover? Longe de mim jogar um balde de água fria no seu sonho dourado de eterno verão carioca, mas ao contrário do que muito turista pensa, no Rio chove, sim. Eu já cheguei aqui várias vezes debaixo de chuva e só vi a cara no sol na hora de embarcar de volta pra casa.Chuva no Rio

Caso algo do tipo aconteça com você, nem pense em ficar trancado no quarto do hotel ou se enfurnar dentro de shopping, pelo amor de São Sebastião. Vem cá que eu te mostro como aproveitar dignamente o seu tempo no Rio, mesmo se você for obrigado a trocar seu guarda-sol por um guarda-chuva. Já aviso que são programas culturais. Mas, mesmo que você não curta esse tipo de passeio, vale a pena porque rende fotos lindas.

Então tá. Pra começar, esqueça a praia vá passar um dia no centro da cidade. Sim, o Centro do Rio é onde está a maior concentração de atrações turísticas com paredes e um teto pra manter a chuva longe da sua cabeça. Entre elas, minhas preferidas são essas daqui,ó:

CCBB

O Centro Cultural Banco do Brasil fica num prédio bonitão de mais de 130 anos e sempre tem alguma exposição legal pra você conferir. Lá dentro também tem um teatro e um cinema, além da exposição permanente sobre o dinheiro, que é bacana de ver. Se a chuva não estiver muito cruel, na saída dá  pra passar pela rua do Ouvidor, comer uma feijoada e ouvir o sambinha que rola sábado sim/sábado não. Ah. O CCBB fica fechado nas terças-feiras, tá? Ali pertinho tem a casa Brasil França e o Centro Cultural dos Correios que também merecem uma visitinha.

Real Gabinete Português de Leitura

Eu era criança quando entrei lá pela primeira vez e tive certeza que tinha sido transportada magicamente pra biblioteca da Bela e a Fera (fã dos clássicos Disney falando. Me julguem.) Mas não é uma coisa linda de doer? O Real Gabinete Português de Leitura  foi inaugurado pela Princesa Isabel em 1837 e foi onde Machado de Assis conduziu as primeiras sessões solenes da Academia Brasileira de Letras. Demais, né?

Biblioteca Nacional Rio

É a maior biblioteca da América Latina e uma das 10 maiores do mundo. Ela foi fundada por D. João e aberta ao público em 1814. Hoje, o acervo da Biblioteca Nacional é de 9 milhões de itens. Só de entrar lá você já fica mais culto e inteligente, rs.  Além da monstruosa quantidade de livros, o lugar impressiona também pela arquitetura que mistura neoclássico com art nouveau e outros estilos que eu não sei identicar, mas sei achar bonito ; )  A Biblioteca Nacional também tem visitas guiadas, clica aqui pra ver.

theatro municipal rio de janeiro

O Theatro Municipal do Rio de Janeiro é de cair o queixo. Ele foi inaugurado em 1909 e passou por um reforma em 2010 que deixou tudo tinindo de novo outra vez. O prédio é todo cheio de lero lero por dentro e por fora e, além do palco esplendoroso,  tem quadros, afrescos e vitrais muito, muito bonitos. Quem quiser conhecer e ainda aprender sobre a história do teatro pode aproveitar as visitas guiadas (pra saber mais, clique aqui).  Mas, se eu fosse você, daria uma conferida na agenda deles antes de ir. Vai que tem algum espetáculo em cartaz no dia em você resolver aparecer por lá, né? Aí sim sua visita vai ficar emocionante de verdade.

 Confeitaria Colombo

Nada melhor pra fechar seu passeio pelo Centro do Rio com um café na confeitaria mais famosa e mais linda do Brasil. A Confeitaria Colombo foi fundada em 1894, pensa só.  Os doces são especialidades da casa, obviamente, e eu queria morar lá dentro pra experimentar cada um  com calma. Mas eles também servem almoço e têm um salgado que se chamado Maravilha de Camarão que tem uma história boa. No 1º de abril, a Confeitaria fazia maravilhas falsas recheadas com algodão e vendia para seus clientes enganarem os amigos. Pena que não tem mais isso.

Outra coisa legal é que lá tem um monte de latas, caixas de biscoitas e mais lindezas pra levar de lembrança. As mães ficam doidinhas de alegria.

Confeitaria Colombo

fotos: Wagner Pinheiro.

E aí? Viu que dá pra passar muito bem seu tempo no Rio, mesmo com água caindo do céu sem parar? Então deixe a preguiça de lado e vá zanzar na rua.

Ah! A Zona Sul também tem lugares legais pra conhecer em dia de chuva, mas isso vai ficar pro próximo post.

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Um brinde a Paris, com uma boa cervejinha | People’s Drugstore

paris beerÉ bom demais descobrir uma dica nova de viagem, você não acha? E quando ela chega de presente, então, é melhor ainda. Por isso que eu achei lindo quando recebi da Lola Machado um post contando um segredinho que vale ouro pra quem gosta de Paris e de cerveja.

Vai lá, Lola! Conta tudo pra gente.

guest post

Nem só de vinhos e champagnes se faz a boemia parisiense. Depois de passar horas batendo perna por Montmartre, que tal uma pausa para a breja?

People´s Drugstore Paris beer in Paris

A People’s Drugstore é uma lojinha de cervejas artesanais no coração do bairro, pertinho da Sacre Coeur, que vende todas as garrafas de 600 ml por 6 e long necks por 3, independente do tipo de fabricação, marca e qualidade. Máximo, né?

beer in Paris

O único problema é que o lugar é bem apertadinho. Tem uma mesa com jogo de xadrez (parece que os donos amam!), mas o negócio mesmo é comprar e vazar tomar em outro lugar. Então, a super extra dica é comprar e pedir pra gelar a garrafa naquelas máquinas que gelam em 2 minutos e ir aproveitar os happy hours na na escadaria da Sacre Coeur ou em qualquer place de sua preferência.

beer in Paris

E aí? Deu vontade de passar por lá e tomar uma?

People´s drugstore paris

Como chegar:

Desça no metro des Abbesses, caminhe a favor do trânsito até a Rua Martyrs, vire à direita, logo logo no número 78.

Mapa Peoples Drug

beer paris

Pronto, agora sou eu (Gabi) de novo. Adorei a dica da Lola. E você?  O que achou? Se quiser vasculhar um pouco sobre a People´s Drugstore, o Facebook deles tá aqui.

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Passeio de barco pela Baía de Guanabara

Poucos lugares desse planeta combinam mar e montanha tão sensacionalmente bem quanto o Rio de Janeiro, né? É por isso que quem chega por aqui fica doido pra ter uma vista panorâmica da Cidade Maravilhosa.  Pra isso, o que quase todo mundo faz  é subir as montanhas, que são incríveis, é verdade. Mas hoje você vai aprender um jeito baratex de ver o Rio de Janeiro por um ângulo diferente.

Rio

No Passeio Marítimo do Espaço Cultural da Marinha, você percorre a Baía de Guanabara, vê o Cristo, o Pão de Açúcar, a Ilha Fiscal, passa por baixo da ponte Rio-Niterói, vê o Museu de Arte Contemporânea, fortalezas e navios de guerra e aprende muito sobre a história do Rio. Tudo isso a bordo de um rebocador centenário, pagando nada mais de R$20 (R$10 pra estudantes, pessoas com menos de 12 e mais de 60 anos).

Rebocador Laurindo Pitta

O Rebocador Laurindo Pitta é esse barco aí que foi construído em 1910 e é a única embarcação da Marinha Brasileira que serviu na Primeira Guerra Mundial e que funciona até hoje. Ele foi adaptado pra ser um navio turístico e tem assentos pra 90 passageiros, além de um compartimento com uma exposição sobre a participação da Marinha na guerra. É interessante pra quem gosta de história e deslubrante pra quem quer admirar a o paisagem. Dá pra imaginar as caras de bobos que os primeiros navegadores devem ter feito quando chegaram ali.

baía de Guanabara

Só tem um porém. Como conta a guia do Laurindo Pitta, em tempos passados, as águas tranquilas da Baía de Guanabara eram um berçário  de baleias, botos e golfinhos. Hoje, durante quase todo o passeio, você vai poder observar apenas espécies típicas locais como o peixe saco-plástico, o peixe garrafa pet, o peite pneu, o pote de margarina e muitas e muitas outras porcarias nadando soltas  numa água nada naturalmente marrom. Agora, sem brincadeira, é muito lixo na água. Mesmo. Dá  muita vergonha, além da vontade de olhar pro gringo do seu lado e pedir desculpa. Mas até por causa disso eu achei que foi um bom passeio. Saí de lá pesquisando projetos que ajudam a cuidar da baía e achei coisas interessantes aqui aqui.

A sujeira toda incomoda muita gente, tanto que um dos blocos de rua do carnaval carioca 2014, chamado Que Merda é Essa (rs), até usou a imundice do lugar como  enredo do samba. E ficou ótimo. Procurei a letra pra colocar aqui e não achei de jeito nenhum. Se alguém souber onde tem, me conta.

Tudo isso é pra dizer que, se você animar fazer o passeio, tem que se preparar pro anticlimax que vem junto com  lixo batendo no casco do barco.  Na hora eu não quis tirar foto (me arrependi porque seria importante ilustrar). De qualquer jeito, achei que essa vista aqui valia mais o registro. Ó:ilha fiscal

passeio de barco rio de janeiro

 Viu? Se você também acha que o passeio vale a pena, é só aparecer no Espaço Cultural da Marinha, que fica na Avenida  Alfred Agache, s/n, próximo à Praça XV, no Centro do Rio.  O Laurindo Pitta sai de quinta à domingo, em dois horários: 13h15 e 15h15. Se você puder, vá no da quinta que é obviamente bem mais vazio. Os ingressos só são vendidos no local e a bilheteria abre as 11h da manhã. Entre a compra do ingresso e a hora do passeio, você pode dar uma voltinha pelo espaço, conhecer um outro naviozão de guerra que fica atracado logo em frente, entrar na Galeota Don JoãoXI que é uma “minicaravela” do século XIX e no Submarino Riachuelo.

Espaço Cultural da Marinha

Ah! Do Espaço Cultural da Marinha também sai o um outro passeio pra Ilha Fiscal que eu ainda vou fazer pra contar como é.

Fim.

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Um dia na Prainha

Vamos fazer jus ao nome desse blog e começar de verdade a temporada de posts cariocas falando de uma praia que poucos turistas conhecem? Siiiim.

Então, chega mais e bora pra Prainha. Ela é uma praia pequena (jura?) com um paredão de floresta enorme atrás, pedras aletóreas espalhadas pela areia que servem de enfeite e de esconderijo nos momentos de sol impiedoso e um mar quase sempre bom pra quem gosta de pegar onda.

prainha rio de janeiro

Um viajante padrão raramente inclui a Prainha no roteiro de coisas pra fazer no Rio. Na verdade, muita gente nem sabe que ela existe e há boas razões pra isso. Aqui ó:

1. É longe pra caramba – quando eu digo longe, é longe da Zona Sul, que é onde praticamente todos os turistas se hospedam. É lááá depois do Recreio.

2. É difícil chegar pra quem não está de carro – fica numa área de preservação ambiental, o que quer dizer que não tem casas, não tem comércio, além dos dois quiosques e do restaurante, então não tem ônubus nem táxis dando sopa por lá.

3. Não é um passeio icônico – é um bônus. Eu não recomendaria pra alguém que vai passar poucos dias no Rio, porque a cidade tem coisa demais pra ver e a Prainha demanda um dia inteiro só pra ela. Mas se você estiver com tempo sobrando, vale muito a pena fazer uma viagenzinha dentro da sua viagem e ir até lá pra conhecer.

Prainha rj

Fui pra lá há alguns dias, numa quinta-feira de folga. Mesmo no alto verão, tinha pouca gente, o que fez com que ela ficasse ainda mais diferente das praias lotadas e agitadas do Rio.

A melhor coisa é chegar cedo, curtir a manhã e na hora do almoço pedir um filé de peixe caprichado no restaurante que eu não sei o nome. Ele fica escondido no canto da praia, mas não tem erro porque é o único que tem. Depois você pode dar uma passeada no parque que tem lá do outro lado da rua e fazer uma caminhadinha no mato ou voltar pra nadar/ jacarezar na areia eternamente até o sol se pôr.

restaurante

Aliás, na Prainha não tem energia elétrica, então quase todo mundo vai embora junto com o sol. Aí fica você na companhia da lua e das estrelas, olha que romântico. Só que nem tanto. Poderia ser uma experiência bem legal, mas sempre sobram umas pessoas ali, outras aqui e não tem muito jeito de ver direito a cara delas no escuro, então devo confessar que me dá um medinho de ficar depois de a noite cai.

Ah! Tem uma torta de banana caprichadíssima no primeiro quiosque, que eu provaria se eu fosse você.  No parque e numa espécie de posto ao lado do estacionamento tem banheiros e chuveiros de água doce pra você tirar o sal do corpo antes de ir embora.

Prainha Rio de Janeiro

E aí? Que tal a Prainha?

Se deu vontade de conhecer,clica aqui que tem instruções sobre como chegar.

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Primeiro presentinho do ano | Calendário pra baixar e imprimir

Eu poderia estar roubando, eu poderia estar matando, mas estou aqui oferecendo um mimo de Ano Novo, com pouco mais de um mês de atraso, apenas. Olha  ele aqui:

Calendário 2014

Gracinha, né? Foi a Mix que preparou para os leitores do Outros Roeiros. É que o blog faz parte do Hype Mix, um projeto que reúne sites sobre estilo de vida, moda, viagens (yeay) e outros assuntos interessantes.  Quer o calendário pra você? É só clicar na imagem, depois clicar de novo com o botão direito e salvar. O tamanho da impressão é o A3, mas se prefirir menorzinho dá pra diminuir a proporção.  Eu já imprimi o meu, marquei quanto tempo falta pras minhas próximas férias (muito) e destaquei todos os feriados pra não perder nenhuma chance de viajar. Se quiser fazer isso também, tem uma listinha dos feriados nacionais emendáveis de 2014 aqui.

= )

 

 

 

 

O tour secreto pelos porões do Vaticano | Saiba como conhecer a necrópole e o túmulo de São Pedro

Eu estava aqui firme na ideia de retomar as atividades deste humilde blog com uma série de posts cariocas, mas tive que fazer uma pausa. É que minha muito querida e viajada amiga Nayra me deu de presente um post caprichado sobre um lugar muito misterioso que fica debaixo de um dos lugares mais misteriosos do mundo: a necrópole sob o Vaticano, que é onde está o túmulo de São Pedro. Eu nunca tinha ouvido falar desse passeio (que se chama Scavi Tour) até chegar a Roma e receber uma mensagem da Nayra com a dica. Não é algo que se vê com facilidade nos guias de viagem e isso torna tudo ainda mais interessante. Minha vontade foi bater na porta do Vaticano no mesmo instante e perguntar: “Gente, cadê o Pedro? Como é que faz pra descer?”. É lógico que a coisa não funciona assim e eu acabei sem conseguir fazer o tour. Não é qualquer um que entra lá, muito menos a qualquer hora. Mas que vai contar tim-tim por tim-tim não sou eu. Olha só:

NayraPostColaborativi

 

Acho que, assim como a maioria das pessoas, só soube da existência da necrópole sob o Vaticano e do túmulo de São Pedro, por conta do livro e,depois filme “O Código da Vinci”.  Sim, essa é uma boa referência cinematográfica sobre o local… (Só não aconselho ser como o outro turista brasileiro, que nos acompanhou na visita, e perturbou a guia de segundo em segundo perguntando cada detalhe do filme. Deselegante, como diria a Sandra.)

Eu poderia me estender aqui e contar toda a estória de como foi descoberta a necrópole que existe debaixo do Vaticano e todos os indícios – e provas! – sobre o túmulo de São Pedro, mas não quero estragar  o passeio…

Esse é o grande barato da visita: a série de coincidências e todo o cuidado e trabalho que levou à descoberta de um lugar tão incrível.

Túmulo de São Pedro Vaticano

Gostaria de poder ilustrar melhor o post com fotos mas elas são proibidas lá embaixo…

Mas vamos aos detalhes práticos. A necrópole do Vaticano é muito grande e interessantíssima de ser visitada. Provavelmente, o passeio mais interessante que fiz em Roma. Justamente por todos os fatos históricos que cercam a sua descoberta e o quanto ela é conservada – o que torna o passeio super agradável.

A necrópole é toda iluminada artificialmente, então é possível ver cada detalhe e caminhar por todos os corredores, além de ser razoavelmente climatizada.

As visitas são guiadas – conseguimos a visita com guia brasileira, o que fez tudo mais agradável! – e em pequenos grupos. Com horário marcado. Isso quer dizer: SEM FILAS. SEM TUMULTO. SEEEEEEEM HISTERIA!!!! O que, em Roma, tem todo o seu valor, óbvio.

Vamos a que interessa. Como faz?

Scavi Tour Necropoles Vaticano

É preciso mandar um e-mail para o Vaticano (scavi@fsp.va)  informando:

-          o número de participantes do grupo;

-          o nome de cada um;

-          a língua de preferência do grupo (nós optamos por dar opções em ordem de preferência. Ex: português, inglês e espanhol. E acabamos conseguindo a guia brasileira.)

-          o(s) período(s)  em que você ficará em Roma disponível para a visita.

-          o email pra que o Vaticano faça contato e confirme a visita.

 

Algo assim ó:

Good afternoon,

I would like to book a visit to the Vatican Necropolis for the day x, y or zz/zz/2014 for a group of 3 people.

Number of participants: 3

Names: 

1. João

2. Maria

3. José

Country of origin: Brazil (3)

Language of the visit: Portuguese, Spanish and English

Period: xx/xx/2014 (Only in the afternoon) or zz – yy/yy/2014.

Email for confirmation:  mmmmm@mmmm.com

Thank you for your attention.
I’ll await your confirmation.

Sugiro mandar o e-mail com antecedência, com algumas semanas de antecedência à sua chegada. Assim, tem mais possibilidade de você conseguir a guia brasileira que, por sinal, é super bacana!

O Vaticano confirma a visita, horário e guia pelo e-mail que você indicar. Imprima esse comprovante pra levar com você.

Ah, pra você planejar o resto do seu dia,  a visita dura em torno de duas horas e você já sai dentro da Basílica, então ainda pula outra fila.

Duas dicas importantes. A primeira é o traje. Não pode ir de  short ou bermuda, minha gente. Neeeem no calor senegalês de Roma. Eles recomendam trajes adequados. Para as mulheres, no verão, uma saia no joelho é razoável. E, por via das dúvidas, uma echarpe ou lenço pra cobrir os braços. Não é o caso de uma burca, mas enfim…

A outra diz respeito à localização.

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Não tem nenhuma placa externa ou sinalização na praça. Fica meio mocado mesmo. Mas vamos lá. De frente pra Basílica, no meio da praça, você terá uma alameda de apóstolos à sua esquerda. Siga em direção a ela. Ainda pra esquerda, fica uma grande grade clara guardada por um dos guardas de roupa engraçada da Guarda Suíça. É lá que você entra. Parece que tá errado mas não está não! Pode perguntar informação que ele confirma! É pra ele que você deve mostrar o email de comprovação enviado pelo Vaticano.

É preciso chegar com alguma antecedência. No site de informações, o Vaticano recomenda 10 minutos.

Chegue. Ache o bendito portão e o guardinha. Apresente pra ele o email de comprovação a Santa Sé enviou e pronto. Se me lembro bem, você paga a taxa de $13 euros lá numa espécie de escritório pra onde eles te encaminham, depois de adentrar – sim, a advogada aqui não resiste a um palavreado pomposo! – os portões.

Bom, não bastassem todas as informações privilegiadas, segue o link oficial do Vaticano: http://www.vatican.va/roman_curia/institutions_connected/uffscavi/documents/rc_ic_uffscavi_doc_gen-information_20090216_it.html

Não é preciso ser cristão para curtir o passeio. Só o seu conteúdo histórico e a organização passeio são suficientes pra agradar a qualquer viajante curioso.

Bom. Acho que é isso. Tomara que a sua visita seja tão inesquecível como foi a minha!

=*

Nayra”

 

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Desembarquei no Rio. E agora? | Dicas pra ir numa boa do aeroporto até o hotel

Quase sempre que eu converso com alguém que tem vontade de conhecer o Rio de Janeiro, o assunto acaba chegando em “como eu faço pra ir do aeroporto até o hotel de um jeito seguro?” Com tanta notícia sobre a violência na Cidade Maravilhosa, não é de se estranhar que o trajeto aeroporto-hotel em terras cariocas pareça mais intimidador do que o normal. Os receios mais comuns são o de ser feito de trouxa por um taxista malandro e/ou ir parar num lugar nada turístico e se dar mal, principalmente se o voo chegar durante a noite. Mas sabe que não precisa desse medo todo? Seus momentos inaugurais como carioca de primeira viagem podem ser bem tranquilos se você seguir estas dicas aqui, ó;

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Isso é básico e vale pra qualquer viagem que você for fazer na vida. No caso do Rio, é  só clicar em como chegar, e preencher o campo A com aeroporto Santos Dumont ou Galeão, depois colocar o endereço de onde você vai se hospedar no campo B e clicar pra traçar rota. Assim você já começa a ter uma ideia das direções e distâncias. Uma coisa que eu costumo fazer pra ficar mais confiante quando vou a alguma cidade pela primeira vez é dar o máximo de zoom no Google Maps  no modo satélite e colocar o bonequinho na frente do aeroporto pra ver a cara dele e entender de onde saem os táxis, ônibus e shuttles. Depois faço mesmo a rua do hotel e vou “caminhando” por ela. Reconhecer lugares ao longo do trajeto deixa qualquer um mais tranquilo.

Vista aérea Santos Dumont Rio de Janeiro

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Tanto no aeroporto Santos Dumont quanto no Galeão você vai encontrar os ônibus azuis da empresa Real Auto Ônibus em frente aos terminais de desembarque. Eles são os famosos Frescões e têm esse nome por causa do ar-condicionado que costuma ficar no máximo da máxima potência. Nos dias de sol não-escaldante dá até pra sentir frio lá dentro. As poltronas são confortáveis, tem bagageiro pra guardar as malas e ninguém viaja em pé.

Existem dois tipos de Frescão nos aeroportos do Rio e os dois têm  como ponto final o terminal Alvorada, na Barra da Tijuca. A diferença é que um que vai pela Zona Sul, margeando a orla e o outro pela Linha Amarela. A Zona Sul é onde se concentram os pontos turísticos mais famosos então, provavelmente, é lá que você vai se hospedar. Se for ficar em outra região da cidade, confira aqui se o Frescão da Linha Amarela passa por onde você precisa.

Olha como é a cara dele:

frescão aeroporto Rio

Bom, o Frescão funciona assim: você paga a passagem por R$13 (valor de janeiro de 2014) e  o rapaz coloca suas malas grandes no bagageiro. Assim que sobe no ônibus, você informa ao motorista onde você quer descer e ele te deixa lá. Esquisito, né? Parece que o cara não vai lembrar. Mas, pelo menos comigo ele lembrou todas as vezes. Pra garantir, é bom ficar de olho no trajeto (que você já conhece pelo Google Maps) e quando perceber que está perto, é só ir lá pra frente e repetir pro motorista no nome da rua ou de outro  ponto de referência onde você quer parar. Aí, é descer e ir andando ou pegar um táxi até o hotel, dependendo da distância e da quantidade de malas que você tiver que carregar, né?

Os horários do Frescão pros dois aeroportos são  mais ou menos de meia em meia hora, entre 5h30 da manhã e 23h30. Depois desse horário, é só taxi mesmo, porque o metrô do Rio não chega até os aeroportos e o pegar um ônibus normal com mala de madrugada seria perrengue demais pra começar uma viagem, não acha? Mas se você encarar, tem mais informações aqui e aqui.

P.S: também tem Frescão na Rodoviária. Saiba mais aqui.

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Com uma frota de táxis tão grande quanto a do Rio é comum que existam taxistas não muito honestos circulando por aí. Pra evitar chateações, voltinhas desnecessárias e preços malucos é melhor escolher um táxi de cooperativa pra te levar. Se preferir,você pode chamar por aplicativos como Taxibeat, Easy Taxi, 99 Taxis, mas são tantos táxis disponíveis nos aeroportos que não faz muito sentido. Perto das esteiras de bagagem têm aqueles balcões de companhias de táxi com preço fixo por destino. Pode ser uma boa opção, mas há grandes chances de táxis que cobram por taxímetro saírem bem mais em conta. Esses são os táxis que você pega do lado de fora do aeroporto e é aí que você vai precisar de atenção pra não pegar um táxi clandestino. O que eu faço pra diminuir esse risco é evitar táxis que não façam parte de cooperativas. Um táxi sem cooperativa é fácil de reconhecer. Ele geralmente tem letras e números pintados de um jeito meio caseiro ou tem só aquela faixa azul, sem nada escrito, além de não tem marca ou telefone pra contato. É claro quer seria ridículo afirmar que os taxistas que trabalham sem cooperativa são desonestos. Eu já peguei vários táxis avulsos no Rio e não tive problemas. Mas saiba que se alguma coisa der errado, com a cooperativa ou aplicativo você pelo menos tem pra quem reclamar. Ah! Pra ter uma ideia das tarifas de bandeira 1 e 2 no Rio, pode clicar aqui.

Pronto.  Assim fica mais fácil começar bem a sua temporada carioca. Então, tá esperando o quê? Arruma as malas e vem logo conhecer o Rio.

Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá | Espetacular e cheio de histórias

Por que é que eu demorei tanto pra vir aqui? Essa foi a primeira coisa que passou pela minha cabeça quando entrei pelos portões do Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá, em Minas Gerais. Talvez por eu ser de família mineira, sempre ouvi falar do Grande Hotel e do Parque do Barreiro. Mas só agora, no meio de dezembro, resolvi deixar de lado o “um dia eu vou” pra ir de verdade.  Resultado: me surpreendi. Eu sabia que o lugar era bonito e grandioso, mas não imaginava que era tanto. Presta atenção:

Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá fotos

O Grande Hotel começou a ser construído em 1938 e foi inaugurado em 1944, pelo Presidente Getúlio Vargas (pensa a pompa que foi isso na época).  O prédio é tombado pelo patrimônio histórico e quase todo preservado exatamente como era nos tempos da inauguração. Lá você vai encontrar salões espetaculares, uma área verde enorme com lago e tudo, além das termas com banhos, massagens e tratamentos pra relaxar e se embelezar. É o lugar perfeito recarregar as energias, passar um tempo em família ou alguns dias de sossego e romance. Tudo isso num cenário que rende fotos incríveis, como estas  grandonas aí de baixo que eu ganhei de presente (sorte demais) da fotógrafa Lívia Fernandes, que foi comigo conhecer o Tauá.

Salão Minas Gerais Tauá Grande Hotel Araxá

escada termas grande hotel Araxá

Termas Tauá Grande Hotel Araxá vitral

piso termas tauá grande hotel araxá

No Tauá Grande Hotel, você acorda, toma um café da manhã mais que caprichado e depois pode decidir se vai pra piscina, andar de bicicleta, jogar tênis, remar pelo lago num caiaque, caminhar até a fonte da juventude da Dona Beja, treinar sua pontaria no arco e flecha, passear de pedalinho ou de charrete,  andar a cavalo, correr. Ufa!

Grande hotel Araxá

Mas se você quiser relaxar, é só pegar sua roupa de banho e ir pras termas e nadar na piscina emanatória, fazer uma massagem ou qualquer um dos banhos com lama, aveia ou água das fontes sulfurosas e radioativas que fazem super pra saúde. É nas termas que fica esse piso preto e branco lindão da foto lá de cima e os vitrais ultra coloridos do teto. Cada um dos oito vitrais conta um trecho diferente da história de Minas Gerais. Aliás, o número oito, que representa o infinito, está pra todo lado nas termas: são oito vitrais, oito afrescos, oito pilastras são oito entradas de banho, oito painéis e oito pontas na mandala no piso. Quem gosta de arte e arquitetura fica hipnotizado lá dentro. E mesmo quem não está hospedado no Tauá pode passar o dia nas termas e aproveitar todos os tratamentos, pagando separadamente.

termas Tauá

Nos dias de chuva, uma boa forma de passar o tempo é aproveitar a sala de jogos ou na sala de leitura, que aliás tem uma pintura muito legal cheia de sacis. Mas o que mais me impressionou das opções de diversão indoor foi o Cineteatro. Sim. Tem um cinema lá dentro, com sessão de filmes e tudo. Nos restaurantes a especialidade é a mais que deliciosa comida mineira,  cozinha internacional e cozinha brasileira. Todas as 4 refeições do dia estão inclusas na diária.

Araxá Grande Hotel

Gostei muito do estilo dos quartos também. Olha só:

quartos Tauá Grande Hotel Araxá

Que mais? Ah! Para criançada tem os Taualegres, uma equipe de monitores especializada em botar o pequenos pra gastar energia e brincar o dia todo, enquanto os pais curtem o hotel despreocupados. Além de todas as histórias, Tauá Grande Hotel ainda tem ossos de animais pré-históricos como mamutes e preguiças gigantes que foram encontrados na época da construção. Imagina que sensacional ser criança num lugar desses?

Outra coisa que se percebe logo de cara é a gentileza e simpatia da equipe. Estão sempre prontos pra ajudar, contar detalhes sobre o hotel e fazer você se sentir bem-vindo. Deu pra perceber que eu me encantei de verdade pelo Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá (ai que nome comprido). E você? Já tinha ouvido falar de lá? Sabia que era tão legal assim?

Espero que tenha gostado e, se tiver a chance, vá conhecer porque é realmente sem igual.

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